Federação Goiana de Futebol

NOTÍCIA

Números do Goianão 2017 após a ida da Fase Semifinal





+ Jogos realizados: 72.  (72 em 2016)
 
 
+ Gols marcados: 166. (140 em 2016)
 
 
+ Média de gols: 2,30 por partida. (1,94 em 2016)
 
 
+ Principais artilheiros: 1º Gilmar (Itumbiara) 8 gols. Léo Gamalho (Goiás) 7 gols. Nonato (Goianésia) e Júnior Viçosa (Atlético) 6 gols. Jorginho (Atlético), Michael (Goianésia), Saulo e André Luis (Rio Verde) e Robert (Aparecidense) 5 gols. Moisés (Vila Nova), Frontini (Crac), João Pedro (Atlético), Aleílson (Aparecidense) e Tiago Luis (Goiás) 4 gols. Wesley Matos e Wallyson (Vila Nova), Pedro Henrique e Felipe Baiano (Anápolis), Vanílson e Mateus Magro (Itumbiara), Yago Amaral (Iporá) e Tozin (Aparecidense) 3 gols. (1º Nonato (Goianésia) 10 gols em 2016)
 
 
+ Gols contra: 3 – Rafael Araújo (Itumbiara) à favor do (Atlético), Furlan (Anápolis) à favor do (Vila Nova) e Mirita (Aparecidense) à favor do (Anápolis). (2 em 2016)
 
 
+ Jogador com o maior número de Rodadas na artilharia principal: Léo Gamalho (Goiás) 12 Rodadas. (Nonato (Goianésia) 13 Rodadas em 2016)
 
 
+ Jogadores que marcaram o maior número de gols em 1 única partida: Gilmar (Itumbiara) no jogo Atlético 3x3 Itumbiara (5ª Rodada (Última) do 1º Turno), Michael (Goianésia) no jogo Goianésia 5x1 Vila Nova (4ª Rodada do 2º Turno) e João Pedro (Atlético) no jogo Crac 0x3 Atlético (5ª Rodada (Última) do 2º Turno) 3 gols. (Nonato (Goianésia) no jogo Goianésia 4x2 Anapolina (2ª Rodada do 3º Turno) e Cléo (Goiás) no jogo Trindade 3x5 Goiás (5ª Rodada (Última) do 3º Turno) 3 gols em 2016)
 
 
+ Times que menos perderam: Goiás, Anápolis e Itumbiara 3. (Goiás 2 em 2016)
 
 
+ Equipes que mais perderam: Crac 7; Rio Verde, Goianésia e Atlético 5. (Anapolina e Trindade 9 em 2016)
 
 
+ Times que mais venceram: Aparecidense, Goiás e Vila Nova 7. (Goiás 10 em 2016)
 
  
+ Equipes que menos venceram: Crac 1; Goianésia 2; Rio Verde, Anápolis e Itumbiara 3. (Trindade, Aparecidense e Anapolina 3 em 2016)
 
 
+ Equipes que mais empataram: Anápolis e Itumbiara 8; Goianésia 7. (Aparecidense 8 em 2016)
 
 
+ Times que menos empataram: Vila Nova, Atlético e Aparecidense 4. (Anapolina e Trindade 2 em 2016)
 
  
+ Equipes que mais marcaram gols: Goiás 25; Atlético 21; Aparecidense 19. (Goiás 26 em 2016)
 
 
+ Times que menos marcaram gols: Anápolis, Iporá e Crac 11. (Anapolina 7 em 2016)
 
 
+ Equipes que menos sofreram gols: Iporá 12; Aparecidense e Anápolis 14. (Atlético 7 em 2016)
 
 
+ Times que mais sofreram gols: Rio Verde e Crac 20; Goianésia 19. (Trindade 21 em 2016)
 
 
+ Total de resultados diferentes que aconteceram: 12. (12 em 2016)
 
 
+ Resultados que mais aconteceram: 1x1 e 1x0 – 14 vezes; 2x1 – 12 vezes. (1x0 – 24 vezes em 2016)
 
 
+ Time com a maior sequência de vitórias consecutivas: Aparecidense (da 5ª à 11ª Rodadas) 7. (Atlético (da 1ª à 4ª Rodadas) e Goiás (da 11ª à 15ª Rodadas, folgando na 13ª) 4 em 2016)
 
 
+ Equipe com a maior sequência de jogos consecutivos sem derrota: Aparecidense (da 5ª à 13ª Rodadas) (7 vitórias e 2 empates) 9. (Atlético (da 1ª à 8ª Rodadas) (5 vitórias e 3 empates) 8 em 2016)
 
 
+ Times com a maior sequência de derrotas consecutivas: Rio Verde (da 8ª à 11ª Rodadas) e Crac (da 10ª à 14ª Rodadas, folgou na 12ª) 4. (Anapolina (da 11ª à 15ª Rodadas, folgando na 14ª) 4 em 2016)
 
 
+ Equipes com a maior sequência de jogos consecutivos sem vitória: Crac (da 1ª à 8ª Rodadas) (5 empates e 3 derrotas) e Itumbiara (da 1ª à 8ª Rodadas) (5 empates e 3 derrotas) 8. (Itumbiara (da 2ª à 9ª Rodadas) (6 empates e 2 derrotas) 8 em 2016)
 
 
+ Total de expulsões: 27. (22 em 2016)
 
 
+ Jogadores expulsos: Goiás (Victor Bolt 2 vezes; Everton Sena, Juan e Helder 1 vez); Rio Verde (Ramon, Bruno Leite, Roger Guerreiro e Victor Hugo); Iporá (Johnny, Wesly, Everton Luis e Lucas Mendes); Crac (Guaraci, Gilberto e Frontini); Itumbiara (Mateus Magro e Alex Santos); Vila Nova (Wesley Matos); Goianésia (Bruno Henrique e Dinei); Atlético (Júnior Viçosa, Betinho e Silva); Aparecidense (Aleílson); Anápolis (Leandro Bulhões e Izaldo). (Vila Nova (Victor Bolt e Leandro Bulhões) em 2016)
 
 
+ Total de advertências com o cartão amarelo: 359. (323 em 2016)
 
 
+ Times com o maior número de advertências com o cartão amarelo: Aparecidense 48; Goiás 42; Rio Verde 40. (Vila Nova 41 em 2016)
 
 
+ Equipes com o menor número de advertências com o cartão amarelo: Anápolis 28; Vila Nova e Goianésia 31. (Anapolina 26 em 2016)
 
 
+ Times que ocuparam a liderança da 1ª Fase: 3 = Vila Nova (8 Rodadas); Aparecidense (6 Rodadas); Goiás (1 Rodada). (2 = Atlético (9 Rodadas); Goiás (6 Rodadas) em 2016)
 
 
+ Equipes que figuraram na faixa de classificação à Fase Semifinal: 7 = Vila Nova e Goiás (15 Rodadas); Atlético (14 Rodadas); Aparecidense (11 Rodadas); Crac e Iporá (2 Rodadas); Goianésia (1 Rodada).  (8 = Atlético e Goiás (15 Rodadas); Anápolis (14 Rodadas); Vila Nova (9 Rodadas); Crac (3 Rodadas); Itumbiara (2 Rodadas); Trindade e Aparecidense (1 Rodada) em 2016)
 
 
+ Times que figuraram na faixa do rebaixamento: 7 = Crac (10 Rodadas); Anápolis (7 Rodadas); Rio Verde (5 Rodadas); Itumbiara (3 Rodadas); Goianésia (2 Rodadas); Atlético e Aparecidense (1 Rodada). (6 = Anapolina (10 Rodadas); Trindade (8 Rodadas); Goianésia (7 Rodadas); Aparecidense e Crac (2 Rodadas); Vila Nova (1 Rodada) em 2016)
 
 
+ Equipes que ocuparam a lanterna da 1ª Fase: 6 = Crac (6 Rodadas); Anápolis (4 Rodadas);  Rio Verde (2 Rodadas); Atlético, Aparecidense e Itumbiara (1 Rodada). (4 = Anapolina (7 Rodadas); Goianésia (4 Rodadas); Trindade (3 Rodadas); Vila Nova(1 Rodada) em 2016)
 
 
+ Confronto de pontos entre os grupos na 1ª Fase: Times do Grupo A 89 x 92 Times do Grupo B. (Times do Grupo A 97 x 94 Times do Grupo B em 2016)
 
 
+ Times que venceram fora de casa: 9 = Aparecidense, Atlético, Vila Nova e Itumbiara 3; Anápolis 2; Goiás, Crac, Iporá e Rio Verde 1. (9 = Atlético e Goiás 4; Anapolina, Itumbiara, Aparecidense e Vila Nova 2; Trindade, Crac e Anápolis 1 em 2016)
 
 
+ Equipe que não venceu fora de casa: Goianésia. (Goianésia em 2016)
 
 
+ Times que perderam em casa: 9 = Iporá e Crac 3; Anápolis, Goiás, Vila Nova, Goianésia e Aparecidense 2; Itumbiara e Rio Verde 1. (8 = Anapolina e Trindade 4; Goianésia 3; Itumbiara, Crac e Aparecidense 2; Vila Nova e Anápolis 1 em 2016)
 
 
+ Equipe que não perdeu em casa: Atlético. (Atlético e Goiás em 2016)
 
 
+ Goleadas aplicadas: 6 (Vila Nova 3x0 Anápolis – 2ª Rodada do 1º Turno da 1ª Fase; Itumbiara 0x3 Atlético – 3ª Rodada do 2º Turno da 1ª Fase; Anápolis 0x3 Crac – 4ª Rodada do 2º Turno da 1ª Fase; Goianésia 5x1 Vila Nova – 4ª Rodada do 2º Turno da 1ª Fase; Crac 0x3 Atlético – 5ª Rodada (Última) do 2º Turno da 1ª Fase; Crac 0x3 Itumbiara – 3ª Rodada do 3º Turno da 1ª Fase). (4 (Trindade 0x3 Atlético – 2ª Rodada do 1º Turno da 1ª Fase; Anapolina 0x3 Trindade – 4ª Rodada do 1º Turno da 1ª Fase; Trindade 4x1 Goianésia – 5ª Rodada (Última) do 1º Turno da 1ª Fase e Crac 1x4 Anápolis – 3ª Rodada do 3º Turno da 1ª Fase) em 2016)
 
 
+ Times que aplicaram goleada: 5 = Atlético 2; Vila Nova, Crac,  Goianésia e Itumbiara 1. (3 = Trindade 2; Atlético e Anápolis 1 em 2016)
 
 
+ Equipes que sofreram goleada: 4 = Anápolis e Crac 2; Itumbiara e Vila Nova 1. (4 = Trindade, Anapolina, Goianésia e Crac 1 em 2016)
 
 
+ Pênaltis assinalados: 25 (15 convertidos; 10 desperdiçados). (16 (11 convertidos; 5 desperdiçados) em 2016)
 
 
+ Times que mais tiveram pênalti a favor: Goiás 6; Itumbiara 5; Crac e Vila Nova 3. (Atlético e Goianésia 3 em 2016)
 
 
+ Equipes que menos tiveram pênalti à favor: Anápolis 0; Atlético e Goianésia 1. (Vila Nova e Anapolina 0 em 2016)
 
 
+ Times que mais cometeram pênalti: Aparecidense e Rio Verde 5; Atlético 4. (Goianésia e Trindade 3 em 2016)
 
 
+ Equipes que menos cometeram pênalti: Crac 0; Goiás e Goianésia 1. (Atlético e Crac 0 em 2016)
 
 
+ Jogadores que marcaram gol de pênalti: Gilmar (Itumbiara) 5; Frontini (Crac), Saulo (Rio Verde) e Léo Gamalho (Goiás) 2; Hiroshi (Vila Nova), Nino Guerreiro (Crac), Juan (Goiás) e Nonato (Goianésia) 1. (Nonato (Goianésia) 3; Márcio (Atlético) e Léo Gago (Itumbiara) 2; Douglas Oliveira (Anápolis), Careca (Aparecidense) e Cléo e Rafhael Lucas (Goiás) 1 em 2016)
 
 
+ Jogadores que desperdiçaram pênalti: Tozin (Aparecidense) 2; Léo Gamalho, Juan e Léo Sena (Goiás), Johnny e Rodrigo Alves (Iporá), Hiroshi e Wallyson (Vila Nova) e Luiz Fernando (Atlético) 1. (Rafael Santiago (Aparecidense), Carlos Júnior e Carlos André (Crac), Márcio (Atlético) e Daví Ceará (Trindade) 1 em 2016)
 
 
+ Goleiros que defenderam pênalti: Wagner Bueno (Anápolis) 2; Tom (Rio Verde), Rodrigo Calaça (Itumbiara) e Cleriston (Iporá) 1.   (Thiago (Trindade), Busatto (Aparecidense), Renan (Goiás) e Leandro (Goianésia) 1 em 2016) 
 
 
+ Total de árbitros que apitaram: 13.  (13 em 2106)
 
 
+ Árbitros que mais apitaram: Elmo Resende 10 jogos; Eduardo Tomaz e Jefferson Ferreira 9 jogos. (Eduardo Tomaz e Bruno Rezende 9 jogos em 2016)
 
 
+ Árbitros que mais expulsaram: Wílton Sampaio 7; Elmo Resende 6; André Luiz Castro 5.  (André Luiz Castro 5 em 2016)
 
 
+ Árbitros que mais advertiram com o cartão amarelo: Elmo Resende 64; Jefferson Ferreira 55; Eduardo Tomaz 45. (Eduardo Tomaz 55 em 2016)
 
 
+ Árbitros que mais assinalaram pênalti: Eduardo Tomaz, Breno Souza e André Luiz Castro 5.  (Wílton Sampaio, Breno Souza e Leandro Cardoso 3 em 2016)
 
 
+ Total de assistentes que trabalharam: 24. (24 em 2016)
 
 
+ Assistentes que mais trabalharam: Fabrício Vilarinho 13 jogos; Bruno Pires 10 jogos. Cristhian Passos e Leone Carvalho 9 jogos.  (Fabrício Vilarinho 11 jogos em 2016)
 
 
+ Total de quartos árbitros que trabalharam: 21.  (21 em 2016)
 
 
+ Quartos árbitros que mais trabalharam: Rubens Paulo dos Santos, Anderson Gonçalves e Guilherme Gil 6 jogos.  (João Francisco de Sá, Everton Gomes, Anderson Gonçalves e Guilherme Gil 5 jogos em 2016)
 
 
+ Goleiro menos vazado: Cleriston (Iporá) = média de 0,85 por partida, 12 gols sofridos em 14 partidas realizadas.  (Márcio (Atlético) = média de 0,46 por partida, 6 gols sofridos em 13 partidas realizadas em 2016)
 
 
+ Goleiro mais vazado: Tom (Rio Verde) = média de 1,42 por partida, 20 gols sofridos em 14 partidas realizadas. (Leandro (Goianésia) = média de 1,35 por partida, 19 gols sofridos em 14 jogos realizados em 2016)
 
 
+ Times que trocaram de técnico: 4 = Anápolis (após a 2ª Rodada do 1º Turno, saiu Charles Fabian, 2 jogos, aproveitamento de 16,66%, entrou Caio Autuori, 3 jogos, aproveitamento de 33,33%, entrou Alexandre Grasseli (interino), 1 jogo, aproveitamento de 33,33%, entrou Waldemar Lemos); Crac (após a 5ª Rodada (Última) do 1º Turno, saiu Lucho Nizzo, 5 jogos, aproveitamento de 20,00%, entrou Alexandre Barroso); Rio Verde (após a 1ª Rodada do 2º Turno, saiu Edson Porto, 6 jogos, aproveitamento de 27,77%, entrou Régis Amarante) e Goiás (após a 5ª Rodada (Última) do 2º Turno, saiu Gílson Kleina, 10 jogos, aproveitamento de 60,00%, entrou Sílvio Criciúma (interino)).  (7 em 2016)
 
 
+ Equipes que não trocaram de técnico: 6 = Aparecidense (Zé Teodoro), Atlético (Marcelo Cabo), Goianésia (Jorge Saran, 14 jogos, aproveitamento de 30,95%), Iporá (Everton Goiano, 14 jogos, aproveitamento de 42,85%), Itumbiara (Luizinho Vieira, 14 jogos, aproveitamento de 40,47%) e Vila Nova (Mazola Júnior).  (3 em 2016)
 
 
+ Total de jogadores que participaram do Campeonato: 286. (290 em 2016)
 
 
+ Times que mais utilizaram jogadores: Anápolis e Crac 34; Rio Verde 33.  (Anapolina 33 em 2016)
 
 
+ Equipes que menos utilizaram jogadores: Iporá 22; Goianésia 25; Itumbiara e Vila Nova 27.  (Aparecidense 26 em 2016)
 
 
+ Total de jogadores que atuaram em todas as 15 partidas de seus respectivos times semifinalistas: 2 = Pedro Henrique e Robert (Aparecidense)
 
 
+ Total de jogadores que atuaram em todas as 14 partidas de seus respectivos times na 1ª Fase: 16 = Ígor e Neílson (Anápolis), Pedro Henrique e Robert (Aparecidense), Rafael Morisco e Nino Guerreiro (Crac), Juliano (Goianésia), Pedro Bambu (Goiás), Cleriston, Rodrigo Milanez, Rodrigo Alves e Yago Amaral (Iporá), Rodrigo Calaça e Gilmar (Itumbiara) e Tom e Roger Guerreiro (Rio Verde).  (11 em 2016 = Robert (Aparecidense), Rodrigo Calaça (Itumbiara))
 
 
+ Total de jogadores que atuaram os 90 minutos em todas as 15 partidas de seus respectivos times semifinalistas: nenhum.  (1 em 2016 = Felipe Garcia (Anápolis))
 
 
+ Total de jogadores que atuaram os 90 minutos de todas as 14 partidas de seus respectivos times na 1ª Fase: 6 = Ígor (Anápolis), Pedro Bambu (Goiás), Cleriston e Rodrigo Milanez (Iporá), Rodrigo Calaça (Itumbiara) e Tom (Rio Verde).  (6 em 2016 = Rodrigo Calaça (Itumbiara))
 
 
+ Jogador mais disciplinado: Pedro Henrique (Aparecidense) nenhuma advertência em todas as 15 partidas de seu time.   (3 em 2016)
 
 
+ Total de público pagante dos jogos de ida da Fase Semifinal: 14.309.  (16.827 em 2016)
 
 
+ Média de público pagante dos jogos de ida da Fase Semifinal: 7.154.  (8.413 em 2016)
 
 
+ Total de público pagante do Campeonato: 220.550.  (275.731 em 2016)
 
 
+ Média de público pagante do Campeonato: 3.063 (-25,00% em relação a 2016).  (3.829 em 2016)
 
 
+ Total arrecadado bruto dos jogos de ida da Fase Semifinal: R$ 236.895,00.  (R$ 297.285,00 em 2016)
 
 
+ Média de renda dos jogos de ida da Fase Semifinal: R$ 118.447,50.  (R$ 148.642,50 em 2016)
 
 
+ Total de renda bruta do Campeonato: R$ 4.096.865,00.  (R$ 5.230.972,00 em 2016)
 
 
+ Média de renda do Campeonato: R$ 56.900,90 (-27,68% em relação a 2016).  (R$ 72.652,38 em 2016)
 
 
+ Maior público pagante: 12.381 no jogo Vila Nova 0x0 Goiás, no domingo, dia 26 de março no Estádio Serra Dourada em Goiânia.  (13.270 no jogo Goiás 0x0 Vila Nova, no domingo, dia 28 de fevereiro no Estádio Serra Dourada em Goiânia em 2016)
 
 
+ Menor público pagante: 142 no jogo Aparecidense 3x1Crac, no domingo, dia 12 de fevereiro no Estádio Aníbal Batista de Toledo em Aparecida de Goiânia.  (87 no jogo Aparecidense 0x0 Goianésia, no domingo, dia 10 de abril no Estádio Aníbal Batista de Toledo em Aparecida de Goiânia em 2016)
 
  
+ Maior renda: R$ 253.540,00 no jogo Vila Nova 0x0 Goiás, no domingo, dia 26 de março no Estádio Serra Dourada em Goiânia.  (R$ 269.700,00 no jogo Itumbiara 0x0 Anapolina, na quarta-feira, dia 3 de fevereiro no Estádio JK em Itumbiara em 2016) 
 
 
+ Menor renda: R$ 1.420,00 no jogo Aparecidense 3x1 Crac, no domingo, dia 12 de fevereiro no Estádio Aníbal Batista de Toledo em Aparecida de Goiânia.  (R$ 1.080,00 no jogo Aparecidense 0x0 Goianésia, no domingo, dia 10 de abril no Estádio Aníbal Batista de Toledo em Aparecida de Goiânia em 2016)
 
 

 


Autor: Roberto Sampaio
Fonte: Coordenadoria Técnica



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